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Itaporã: homem é preso no Copacabana com Skunk, a super maconha

Na noite de ontem, por volta das 23h40, Policiais Militares de Itaporã realizaram a prisão de um homem de 20 anos e apreenderam um menor, 15 anos, no momento em que fariam entrega de 550 gramas de skunk, uma espécie de maconha modificada geneticamente, para potencializar o efeito entorpecente.

Com informações que o homem estaria comercializando drogas na região da grande Cohab, no início da tarde de quarta-feira (13), a PM passou a realizar diligências no intuito de realizar a abordagem em um veículo gol, cor branca, placas de Ponta Porã que estava sendo usado para a prática do Tráfico.

Em rondas pelo bairro Copacabana os militares localizaram um veículo gol com as características da denúncia, onde tentaram realizar a abordagem, vindo o condutor a tentar empreender fuga de marcha à ré, porém foi abordado pelos policiais.

Durantes buscas foi encontrado no interior do veículo uma embalagem a vácuo de uma substância esverdeada conhecida como Skunk, a super maconha. Foi encontrado ainda diversas embalagens pronta pra venda e a quantia de R$ 156,00 em notas miúdas, característica principal dos recebíveis do Tráfico de Drogas.

No carro estaria a esposa, a filha e o cunhado do acusado, com o qual foi encontrado duas embalagens com entorpecente. O homem foi encaminhado a Polícia Civil acusado do Tráfico de Drogas e Corrupção de Menores, já o menor também foi conduzido pela prática de Ato Infracional ao crime análogo ao Tráfico.

Skank ou Skunk:

Entenda os efeitos e riscos dessa super maconha.

A cannabis é uma planta que abriga mais de 400 compostos químicos, dentre os quais 60 pertencem à categoria dos canabinoides.

A dependência química é uma realidade complexa e desafiadora que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Entre as diversas substâncias psicoativas, o skank, também conhecido como a “super maconha”, emerge como um ponto de discussão crucial no panorama das dependências. Essa variante altamente potente da cannabis tem despertado crescente preocupação devido aos seus efeitos intensos e impactos significativos na saúde mental e no bem estar geral dos usuários. 

Segundo o portal jornalístico, o Estadão, o skunk é produzido a partir do cruzamento genético e do cultivo hidropônico da planta cannabis sativa, a mesma que dá origem á maconha. A substância é produzida em ambientes laboratoriais por meio da manipulação genética de variedades específicas. 

O skunk, diferentemente de outras formas de maconha, apresenta uma concentração elevada de tetraidrocanabinol (THC), o principal componente psicoativo da planta. Essa característica singular confere ao skunk uma potência notável, resultando em experiências psicoativas mais intensas e, consequentemente, elevando os riscos associados ao seu consumo. 

Normalmente, a maconha apresenta uma concentração de THC que varia entre 2% e 4%; no caso do skunk, essa concentração é consideravelmente mais elevada, situando-se em torno de 14% a 15%, podendo alcançar até 30%, dependendo das espécies e da qualidade das sementes empregadas no processo de hibridização. A produtividade dessa variedade pode atingir até 400/500g por m² em sistemas de cultivo otimizados. Esses números destacam a significativa diferença na potência do THC entre o skunk e outras formas convencionais de maconha, o que contribui para os efeitos mais intensos e os potenciais riscos associados ao seu consumo.

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